28 de Julho de 2010
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Romi encerra 2º trimestre com receita líquida de R$167,6 milhões
A Romi encerrou o segundo trimestre de 2010, com uma receita líquida de R$167,6 milhões. O valor é 61,1% superior ao apurado no segundo trimestre do ano passado. Um dos fatores apontados para positividade é a retomada da atividade industrial no país, refletindo crescimento de 81,3% na entrada de pedidos.
O desempenho comercial dos produtos também contribuíram para o sucesso da empresa. Recentemente, a indústria esteve presente na Feira Internacional da Mecânica. Ainda neste aspecto, a carteira de pedidos se manteve consistente com R$ 225,4 milhões neste segundo trimestre, um crescimento de 7,7% em relação ao trimestre anterior e de 133,4% em relação ao segundo trimestre de 2009, o que evidencia a recuperação da atividade econômica dos setores industriais.
Quanto ao EBITDA, este ficou em R$ 23,7 milhões, valor 227,3% maior do que o obtido no mesmo período de 2009. No semestre, essa variação foi de 1.675,2%.
“Ainda que, em 2009, os resultados tenham sido afetados pela crise econômica, os números apresentados hoje demonstram uma retomada bastante consistente dos negócios da companhia”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi.
O crescimento da demanda por bens de consumo levou a um forte aquecimento na receita de máquinas para plásticos, que teve um aumento de 86,2% em relação ao trimestre anterior.
Além disso, mais aspectos que impulsionaram a recuperação no último ano também se mantêm. Entre eles estão a redução da taxa de juros para investimento em capital fixo, promovida pelo BNDES em julho de 2009 e prorrogada até dezembro de 2010 e a melhora do nível de confiança da indústria.
Portal Industria Brasileira - IB - Foto: Divulgação